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23/09

HOSPITAL INFANTIL SEARA DO BEM REALIZA CIRURGIA INÉDITA

O cisto de colédoco (CC) é uma entidade rara, sendo mais frequentemente observada em pacientes pediátricos do sexo feminino. A estimativa de incidência na população ocidental é de 1 / 100.000–150.000 nascidos vivos. A etiologia da dilatação congênita do ducto biliar comum ainda não está completamente esclarecida. Há estudos que indicam tratar-se de um defeito estrutural congênito, enquanto outros indicam ser um processo adquirido. A explicação mais comumente aceita envolve o refluxo de enzimas pancreáticas, secundário a uma anomalia na junção do ducto pancreático principal (ducto de Wirsung) ao ducto biliar comum. Segundo alguns autores, tal anomalia anatômica pode ser encontrada em até 80% dos pacientes com cisto de colédoco. A importância do diagnóstico do cisto de colédoco resulta das complicações inerentes à sua evolução: possibilidade de degeneração maligna, risco de obstrução biliar, colangite, rotura espontânea ou traumática do cisto, cirrose biliar progressiva e hipertensão portal. Nas últimas décadas, o tratamento cirúrgico mais aceito tem sido a exérese do cisto com derivação bíleo-digestiva (hepático-enterostomia em Y de Roux ou hepáticoduodenostomia), em substituição à cisto-enterostomia.

Entretanto, com as técnicas minimamente invasivas, a recuperação pós operatória apresenta benefícios as técnicas clássicas descritas acima.

O Hospital Infantil Seara do Bem já realiza há alguns anos cirurgias por videolaparoscopia e as suas equipes cirúrgicas buscam aprimoramentos e intercâmbios com outros centros, sendo que, já realizou inúmeros procedimentos por esta via de abordagem.

Tivemos a oportunidade, com o Dr Pablo Rodrigo Knihs em conjunto com o Dr Eduardo Costa (cirurgião pediátrico :Hospital Moinhos de Vento Porto Alegre e Hospital de Clinicas de Porto Alegre) de realizar uma hepaticoduodenostomia por videolaparoscopia, procedimento inédito no Estado de Santa Catarina, em paciente de 3 anos com cisto de colédoco tipo I, sendo a permanência hospitalar de 6 (seis) dias, com boa recuperação e scores de dor, média de permanência esta, muito abaixo do que o comumente descrito na literatura que é de 9 (nove) dias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Colangiorressonância com Cisto de Coledoco Tipo I.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dr. Pablo, Dr. Eduardo, Sra.Louise, Sra. Daniela, Sra. Silviane.

 

 

 

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